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quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

CARLOS CÉSAR, MOTA AMARAL E ALBERTO JOÃO JARDIM


Segui uma grande parte do debate do programa de governo. A páginas tantas, talvez pela intervenção do Deputado Carlos César, presidente do PS e líder da bancada parlamentar, dei comigo a cruzar os nomes e percursos de três personalidades: o citado Carlos César, Mota Amaral e Alberto João Jardim. Todos ex-presidentes dos governos das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Nos Açores, Mota Amaral e Carlos César repartiram 35 anos de governação e seguiram para os patamares superiores do exercício da política. O social-democrata Mota Amaral chegou a Presidente da Assembleia da República, isto é, a segunda figura do Estado; Carlos César, mais novo, é Presidente do PS e líder da bancada parlamentar. Fácil será prognosticar que atingirá outros patamares. Por seu turno, Alberto João Jardim, depois de 36 anos e oitenta e cinco dias de governação, alojou-se no alto do Quebra-Costas em uma casa da Fundação Social-Democrata, onde escreve uns artigos e pouco mais. 


Os dois primeiros são figuras respeitadas na sua região e no espaço nacional. Alberto João Jardim, no mínimo, não goza de simpatia dentro do seu próprio partido, nem no espaço nacional. Independentemente dos posicionamentos político-partidários, qualquer cidadão gosta de reconhecer aqueles que pelas suas atitudes e pelos princípios e valores políticos que transportam, atingem o reconhecimento dos seus pares e dos eleitores em geral. Quando se constata a situação contrária, tal constitui o exame do que andaram a fazer durante uma parte da vida política. Enfim, relativamente a estas três figuras, os leitores que concluam. 
Ilustração: Google Imagens.

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